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terça-feira, 15 de abril de 2014

Nova norma obriga participação de engenheiro ou arquiteto na reforma de imóvel



Entra em vigor na sexta-feira norma da ABNT que prevê várias exigências para reforma de imóveis




O desabamento do Edifício Liberdade, prédio de 20 andares no Centro do Rio de Janeiro, provocou há dois anos a morte de 17 pessoas. A hipótese mais provável é que uma obra irregular no terceiro andar tenha comprometido toda a estrutura. Para evitar que reformas mal planejadas voltem a causar prejuízos no Brasil, entra em vigor na sexta-feira a  norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Toda intervenção deverá ser avaliada e planejada a partir do dia 18 por engenheiro ou arquiteto.

Regulamentação da ABNT cria novos parâmetros de qualidade para a construção O conceito de construção se baseia na produção em série, padronização de processos e uso de material aprovado dentro das normas da ABNT. Obras ou reformas demandam atenção redobrada durante a época de chuvas. Especialista orienta sobre as melhores opções para a reforma de um restaurante. Reformar o imóvel não precisa ser sinônimo de transtorno Vida de condomínio: Reformas dentro da lei Norma da ABNT para reformas amplia exigências de segurança
“O dono do apartamento não pode fazer o que quiser. Qualquer intervenção na área privativa deve atender aos requisitos da norma e ser comprovadamente documentada, senão pode comprometer toda a edificação”, alerta o engenheiro civil Roberto Matozinhos, consultor técnico do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), que participou da elaboração da NBR 16.280. Trocar a pia da cozinha, por exemplo, não exige a contratação de um profissional habilitado. Por outro lado, para colocar uma bancada que aumente o peso da edificação é preciso recorrer a uma análise técnica, assim como fazer uma abertura na parede para instalar um ar-condicionado.”

Entre várias exigências, a norma da ABNT obriga o proprietário da unidade a elaborar projeto e plano detalhado de reforma, especificando as intervenções, profissionais envolvidos e duração. O documento deve ser apresentado ao condomínio, para que o síndico possa autorizar a obra. “Caso o síndico não tenha competência, tem que contratar um profissional para fazer a análise. Dentro do prazo de garantia, a intervenção também tem que ser aprovada pela construtora e pelo projetista da edificação”, acrescenta Matozinhos. O responsável pelo condomínio ainda deve comunicar a reforma a todos os moradores e por fim solicitar uma vistoria para confirmar se o serviço foi executado conforme o projeto apresentado.

Quando a reforma envolver alguns dos itens a seguir, é preciso seguir as normas da ABNT


- Equipamentos industrializados (elevador, bombas)

- Sistema hidrosanitário e de combate a incêndio

- Instalações elétricas e de gás

- Dados e comunicação

- Automação

- Ar-condicionado, exaustão e ventilação

- Revestimentos (fachada, piso e parede)

- Instalações de novos componentes

- Impermeabilização e vedação (esquadria, reboco e cortina de vidro)

- Estrutura


Na visão do engenheiro civil Alexandre Deschamps, diretor da empresa especializada em reforma Vanguarda Engenharia e presidente da Associação das Empresas de Reforma Predial (Asserp), todos os envolvidos ganham com as novas regras da ABNT. “A norma visa à segurança da edificação, dos moradores e dos vizinhos. Se você executa uma reforma de qualquer jeito, que venha a trazer prejuízo, pode ficar bem mais caro para o condomínio”, comenta. Deschamps diz que os maiores erros são executar obras sem planejamento e contratar pedreiros, mestres de obras ou empreiteiros em vez de contar com a ajuda de profissionais qualificados, que estão mais preparados para elaborar o projeto de reforma.

Retirar uma parede em prédio de alvenaria estrutural, furar vigas, cortar pilares, colocar janelas em lajes ou abrir passagem para a cobertura são reformas que podem causar transtornos. “O prédio foi planejado para ter telhado, mas o morador do último andar resolve construir uma cobertura, colocando sobrepeso de dois cômodos e uma piscina. Isso compromete toda a estrutura da edificação”, pontua o presidente da Asserp. Mas não é apenas a estrutura que preocupa a ABNT. Deschamps cita a instalação de muitos eletrodomésticos na cozinha, sem consultar o projeto elétrico. O excesso de carga pode causar superaquecimento e até incêndio.

De acordo com a NBR 16.280, um profissional, que pode ser engenheiro ou arquiteto, deve elaborar o plano de reforma e se responsabilizar pela obra. O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Minas Gerais (CAU/MG), Joel Campolina, defende que o profissional tem visão antecipada de como ficará a obra. “Os arquitetos têm a capacidade de antecipar a visualização daquilo que está no papel. Quando você enxerga apenas as etapas concluídas, não tem como garantir que o resultado final fique compatível com o que planejou”, destaca. Ao contrário do que se imagina, o arquiteto pode participar de todas as etapas da reforma, desde a concepção do projeto até a assinatura de responsabilidade técnica.

Fonte: Celina Aquino - Estado de Minas Publicação: 14/04/2014 09:30 




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Individualização da conta de água gera polêmica em prédios de SP




Moradores dizem que ficam sem água por causa de quem não paga conta.
Síndico diz que custo para individualizar a conta pode chegar a R$ 1,5 mil.
Moradores de um condomínio em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo, estão preocupados com a individualização da água. A dúvida é em relação às vantagens, os custos e problemas. Os moradores de sete, das 37 torres têm contas individuais e nem todos estão satisfeitos. Mesmo quem já conseguiu pagar sua conta separadamente tem problemas, como mostrou reportagem do SPTV desta terça-feira (2).
A lei sobre a individualização dos hidrômetros foi aprovada em 2007 atendendo a pedidos justamente de moradores que achavam que pagavam muito por causa do rateio por igual das contas de água dos condomínios.
 A bordadeira Solange Coli mora no mesmo condomínio do estudante Matheus Henrique Guimarães, mas no seu bloco, as despesas com a água foram individualizadas há quatro anos. Matheus, que mora com a mãe, diz que paga caro pela água e espera que a individualização chegue ao seu bloco.
No bloco onde a Solange mora foram instalados medidores para cada apartamento. Uma empresa contratada faz a leitura dos aparelhos e envia a conta para os moradores. O pagamento é feito para a empresa, que tem que repassar o dinheiro à Sabesp. “A gente paga a conta e a Sabesp corta a água porque dizem que os moradores não estão pagando”, conta Solange.
Só neste ano, o fornecimento de água foi suspenso duas vezes no bloco da Solange. “Criamos um problema maior”, lamenta Solange.
Segundo o síndico Hércules José de Souza, ainda há outras barreiras para que todos os prédios do condomínio consigam ter suas contas individuais. A mudança hoje custaria pelo menos R$ 1.500 para cada morador. “Não é todo mundo que quer pagar muito mais que o condomínio. E ainda tem que fazer obra no apartamento, mexer na tubulação, quebrar azulejo, às vezes o morador não vai querer aprovar”, argumenta o síndico.

 A empresa responsável pela individualização da água no bloco da Solange informou ao SPTV nesta terça-feira (2), que faz o corte de água só de quem está inadimplente. Quando o número de moradores devendo é grande, a empresa não consegue arcar com as despesas e não repassa o dinheiro total da conta para Sabesp. Resultado: corte de água para todos os moradores. A representante da empresa disse também que vai acertar com a Sabesp a conta que está atrasada e pedir que a água seja religada ainda nesta terça-feira.
Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/04/individualizacao-da-conta-de-agua-gera-polemica-em-predios-de-sp.html 


domingo, 22 de dezembro de 2013

Condomínios em SP vetam caixinhas de Natal constrangedoras




"Os funcionários deste condomínio desejam felicidades, prosperidade e muita paz para você." Não há escapatória: chega o fim de ano e proliferam nas portarias dos prédios a tradicional caixinha de Natal.
Mas de acordo com a AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), a caixinha considerada constrangedora está cada vez mais perdendo espaço.
"Uma das caixinhas mais constrangedoras é aquela que vem com uma lista, em que o morador declara o quanto pagou", diz o diretor da AABIC, Omar Anaute.
Segundo ele, a opção pela lista é uma tentativa de arrecadação transparente, sem o risco que parte do dinheiro se perca. E assim os funcionários também ficam sabendo o quanto foi arrecadado.
Um condomínio onde persiste o sistema de listas é o da publicitária Fabiana Pupo, 35, no Itaim Bibi. "Parece até uma competição de quem dá mais dinheiro", conta.
Fabiana é frequentadora do Clube Paulistano, um dos mais seletos da cidade, e conta que lá também existe o sistema de caixinha com lista.
"Fica uma prancheta no vestiário, dá pra ver quanto cada associado deu. Sempre tem alguém que foge do padrão e acaba dando algo volumoso, como R$ 500."
Mas há lugares que já optaram por abolir a lista da caixinha. Um exemplo é o prédio em que Sérgio Borejo, 69, é subsíndico na Lapa.
"Era constrangedor. Ainda corríamos o risco de criar dois tipos de moradores: os que colaboravam com bastante dinheiro e aqueles que colaboravam com menos."
Mesmo sem a lista, o dinheiro extra no fim de ano está garantido para os funcionários do prédio de Borejo.
"Mantivemos a caixinha, só excluímos a lista com o nome dos moradores do condomínio", explica o porteiro Sebastião Miguel Costa, 41, que diz ter faturado R$ 700 no ano passado.
"Neste ano, os moradores precisam começar a colaborar. Até porque a gente merece, não é não?"
FORMULÁRIO
Um condomínio na Vila Leopoldina criou um novo sistema de arrecadação. No final do ano, cada morador recebe um formulário que será preenchido com o valor a ser doado aos funcionários.
"Essas declarações são computadas e a administração gera um novo boleto a ser pago em janeiro", diz o gerente predial, Silvio Silveira.
Além de sigiloso, o sistema pretende ser mais seguro, já que os funcionários não precisam guardar na portaria o dinheiro arrecadado.
A AABIC sugere que os condomínios estipulem um valor fixo de gratificação. Esse montante seria retirado de um fundo ou de parte do pagamento do condomínio feito ao longo do ano.
"Não é uma atitude que impactaria o orçamento do prédio. Afinal, estamos falando de um presente de Natal, não precisa ser um 14º salário", conclui Anaute.
22/12/2013 - 04h00

sábado, 14 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL & PRÓSPERO 2014


Soneto de Natal
Machado de Assis


Um homem, — era aquela noite amiga,
Noite cristã, berço no Nazareno, —
Ao relembrar os dias de pequeno,
E a viva dança, e a lépida cantiga,


Quis transportar ao verso doce e ameno
As sensações da sua idade antiga,
Naquela mesma velha noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno.


Escolheu o soneto... A folha branca
Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca,
A pena não acode ao gesto seu.


E, em vão lutando contra o metro adverso,
Só lhe saiu este pequeno verso:
"Mudaria o Natal ou mudei eu?"

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

VAGAS DE GARAGENS EM CONDOMÍNIOS





Vagas de condomínios precisam atender aos tamanhos exigidos pelo código de obras e edificações.

Garagem virou um assunto complicado. Vagas presas, apertadas e prejudicadas por colunas podem ocasionar acidentes com seu carro e desentendimento com os vizinhos. Para driblar esses “apertos” da vida moderna, Autoesporte separou algumas dicas para te ajudar a driblar os obstáculos físicos e humanos.

Vizinhos espaçosos: Se você já tem uma vaga apertada e o vizinho ainda esquece-se da demarcação; e ocupa parte do seu espaço, uma maneira eficiente de chamar a atenção dessa pessoa sem causar constrangimento ou começar um bate boca é deixar no para-brisa do carro dela um papel com um recado educado pedindo para tentar para dentro da demarcação. O bilhetinho resolve em 80% dos casos, mesmo quando é necessário escrever mais de um.

Vagas P, M e G: Está previsto no Código de Obras e Edificações da cidade de São Paulo (revisto em 1992) que 50% das vagas em prédios residências devem ser de tamanho pequeno (2 m X 4,20 m), 45% de tamanho médio (2,10 m X 4,7 m) e apenas 5% do tamanho grande (2,5 m X 5,50 m). Fique atento, pois essas dimensões devem estar especificadas no contrato de compra do apartamento, caso você adquira um imóvel com as vagas já determinadas.


Carro grande, vaga pequena: Como parar um Captiva em um espaço de 2 m X 4,20 m? É quase impossível. No caso de um condomínio com as vagas indeterminadas é possível negociar com os vizinhos e até propor um sorteio periódico entre os moradores para ninguém se sentir prejudicado. “O ideal é sempre levar o problema para as reuniões de condomínio e tentar achar uma solução coletivamente”, aconselha Marcio Rachkorsky, advogado especializado em condomínios.


Fonte: 

sábado, 30 de novembro de 2013

BRIGADA DE INCÊNDIO



Quem descreve esse cenário é o consultor e auditor Waldir Pereira, engenheiro com mais de 30 anos de atuação na área, É o mesmo diagnóstico dado pelo administrador e síndico experiente, Roberto Silva. Ambos se deparam rotineiramente com o desconhecimento dos síndicos e se dedicam a conscientizá-los de suas obrigações.
"É preciso estar atento à legislação, que sofre atualizações frequentes", afirma Silva. Os parâmetros mais recentes estão contidos no Decreto Estadual 56.819/2011 (de São Paulo), que na Instrução Técnica 17 atualiza o Regulamento de Segurança Contra Incêndio das Edificações e Áreas de Risco. "E a melhor maneira de manter o condomínio seguro e dentro da legalidade é contar com uma verificação anual feita por consultor especializado, que orientará adequações quando necessárias", recomenda Silva.

AVCB

Todo empreendimento novo precisa passar por vistoria obrigatória e obter o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) para tirar o habite-se. Checamse todos os detalhes do sistema de prevenção e combate a incêndio – extintores, mangueiras, luzes de emergência, portas corta-fogo, sinalização etc. Uma vez em ordem, o edifício recebe o documento, que tem validade de um ano para edifícios residenciais novos e depois deve ser renovado a cada três anos.
E como renovar? A orientação é contar com a consultoria de um especialista, que irá recomendar ações caso haja algum desacordo com a lei. Em seguida, o profissional emite um laudo avalizando o sistema, recolhe-se uma taxa junto à prefeitura e solicita-se a nova vistoria do Corpo de Bombeiros.
"Se estiver tudo dentro da normalidade, gasta-se cerca de R$ 3 mil na consultoria e atualização. Por economia, muitos síndicos optam por não fazer, colocando o edifício em risco", afirma Silva, que defende a importância de se incluir essa despesa no orçamento. Ele lembra ainda que se o condomínio sofrer com a queda de um raio e o AVCB não estiver em dia, a seguradora não irá ressarcir os danos. "E do jeito que cai raio atualmente em São Paulo, não vale a pena arriscar", orienta.

BRIGADA DE INCÊNDIO

Outra obrigação deixada de lado é a formação, implantação, treinamento e reciclagem da Brigada de Incêndio, regulamentada pela Instrução Técnica 17. "O documento foi referenciado nas normas técnicas da ABNT e no Manual de Fundamentos do Corpo de Bombeiros. Existem orientações em função do tipo de ocupação, que determina o grau de risco. Para edifício residencial, o treinamento é básico porque o risco é baixo", explica Waldir Pereira.
A formação da Brigada exige curso específico, realizado por empresa especializada (geralmente a mesma que prepara para o AVCB), com profissionais devidamente habilitados, e inclui: teoria e prática de combate a incêndio; teoria e prática de primeiros socorros. Segundo o especialista, a atividade deve ocorrer num campo de treinamento padronizado, com participação de um mínimo de moradores, síndico e funcionários. O condomínio, então, recebe um atestado de Brigada de Incêndio e deve passar por simulados a cada seis meses. Já a reciclagem deve ocorrer uma vez por ano, ambos coordenados pela prestadora de serviços.
Waldir Pereira defende que precisaria haver, entre os condomínios, um controle do programa de Brigada através de reuniões, com registro em ata. Mas o assunto acaba deixado de lado pelos condomínios e o sistema fica pela metade. "Ter documentação dentro da lei, mas Brigada sem treinamento, não adianta", adverte.

OBRIGAÇÕES LEGAIS

Além do Decreto Estadual (SP) 56.819/2011, os síndicos e administradores realizado pelo coordenador de operações Fabio Gomes, do Edifício Villa Lobos, empreendimento comercial da zona Oeste de São Paulo. O material completo está disponibilizado no link http://migre.me/cVF2A e envolve desde Diretrizes sobre Segurança e Medicina do Trabalho (fundamentais para a parte dos primeiros socorros, por exemplo), até a circular da Susep para a área de seguros.
(Por Lília Rebello e Rosali Figueiredo)
Fonte: 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Veja espécies de árvores mais indicadas para plantar nas calçadas




Seja em casa, em áreas comuns de condomínios ou espaços comerciais, as árvores fazem toda a diferença.


É indiscutível que as árvores deixam as áreas urbanas mais bonitas e mais inspiradoras, mas a plantação de árvores vai além da beleza, trazendo
 qualidade de vida. Causando melhoria do ar com diminuição da poluição, mais sombreamento e frescor, o que permite uma temperatura mais agradável, as árvores também reduzem o excesso de ruídos das grandes cidades ou regiões próximas a rodovias. 

Mesmo assim, ninguém pode sair plantando qualquer espécie nas calçadas. Se for dentro do terreno de uma casa o plantio de árvores é livre, em condomínios residenciais e
 comerciais o plantio de árvores pode ser feito se for de comum acordo dos proprietários; nestes dois casos o ideal é a contratação de um paisagista, que faça um projeto que se encaixe no perfil do local, nas condições de solo, insolação e outras preocupações que devem ser levadas em conta como jardins sobre lajes de garagem e a altura da copas das árvores que podem reduzir a claridade interna nos apartamentos mais baixos. Já em calçadas de ruas de bairros ou cidades é necessário consultar o departamento de meio ambiente regional ou consultar as regras da prefeitura ou subprefeitura, que podem variar, dependendo da localidade. 

O planejamento ornamental no plantio de árvores exige cuidado e
 conhecimento técnico para que elas não se tornem impróprias ao local, depois de crescidas. Para isso, as espécies devem ser muito bem escolhidas, pois a ausência de um plano antecipado pode ocorrer na quebra da calçada, danos à rede elétrica e no comprometimento de edificações. Caso a calçada não seja feita totalmente com cobertura vegetal e tenha pisos ou cimento, ela pode prejudicar o desenvolvimento da espécie. Os canteiros para plantio de árvores em calçadas devem ser permeáveis para um melhor desenvolvimento da planta. O espaço deixado para raiz e tronco se desenvolverem deve ser de pelo menos 1 x 1 m, variando de acordo com a espécie, pois geralmente canteiros menores acabam prejudicando o crescimento da planta e das raízes.