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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Como contratar profissionais para reformas e pequenos reparos





Checar antecedentes criminais e registro profissional estão entre as dicas
Para quem você ligaria se percebesse um vazamento na pia da cozinha? Para o encanador, será a resposta óbvia. Mas você tem um encanador de confiança? Um eletricista, um pedreiro, um marceneiro? Se você disse não a alguma dessas perguntas, aqui vão algumas dicas de como encontrar esses prestadores de serviço e como escolher a pessoa da forma mais segura possível.
Para encontrar quem faça os trabalhos, o lugar mais fácil é a internet, diz o gerente comercial da área de condomínios da Auxiliado Predial, Leandro Machado. A primeira dica do administrador, na hora de selecionar dentre as opções, é escolher uma Pessoa Jurídica, ou seja, uma empresa. "Com a lei atual, existem muitas empresas individuais, ou microempresas familiares, ou seja, só porque é PJ não necessariamente é uma grande companhia com grandes preços", explica.
Prefira pessoas jurídicas
A vantagem da empresa é poder fazer contrato, onde se deixe claro o que está sendo pedido e o que está sendo prometido por ambas as partes. Além disso, uma empresa pode emitir nota fiscal. Para prédios, Machado sugere a contratação de uma administradora de condomínios, que já tem fornecedores, profissionais checados quanto a integridade e qualidade. A função de fazer contrato e cobrar nota fiscal, nesse caso, fica com a administradora.
Quando quem presta o serviço é uma Pessoa Física, ou seja, um profissional que não tem uma empresa registrada, a responsabilidade sobre ele é do dono da obra. Isso significa que se o pedreiro se machucar na obra, quem paga as despesas é o proprietário que o contratou. No caso de escolher uma PJ, essa competência fica por conta da empresa. Ela também é incumbida de pagar os direitos trabalhistas dos prestadores de serviço - que, no caso da PF, seriam pagos pelo contratante - ou seja, você.
Dicas para evitar problemas
ü Se for pesquisar telefones na internet, escolha sites com reputação e tempo de mercado, como o hagah, por exemplo.
ü Imobiliárias costumam ter carteira de profissionais pré-verificados e que já prestaram serviços sem gerar problemas. Arquitetos e engenheiros também têm, em geral, indicações de confiança.
ü Peça o certificado de bons antecedentes. Isso evita que você contrate alguém que é condenado ou procurado pela polícia. Este documento, também chamado de ficha corrida, pode ser solicitado em qualquer delegacia e é gratuito.
ü Nunca dê serviço a profissionais que batem à sua porta perguntando se você tem algo que precisa ser feito na casa. Já houve casos de a pessoa ser um ladrão e assaltar quem se dispôs a oferecer trabalho.
ü Cheque as referências. Busque indicações junto a pessoas conhecidas ou, se for contratar alguém desconhecido, peça os contatos dos últimos lugares em que prestou serviço. Veja o que acharam sobre a qualidade do trabalho e também sobre o relacionamento com o profissional - se cumpre horários, se é organizado, etc.
ü Nunca peça para funcionários do condomínio fazerem serviços em seu apartamento. Esse tipo de comportamento dá margem a processos trabalhistas em que o profissional pode alegar que fazia horas extras após o expediente, e aí o prejuízo não será só seu, mas de todos os condôminos. Além disso, muitas vezes o zelador não é habilitado para determinadas tarefas.
ü Estabeleça o preço e o prazo antes do início da obra. Por mais simples ou complexo que seja o serviço, um profissional gabaritado saberá dizer quanto tempo levará. Sempre faça contrato do serviço. Indique, nele, o que vai ser feito, em quanto tempo, e em quanto foi acertado o pagamento, bem como a periodicidade (semanal, mensal, etc). Existem modelos de contrato de prestação de serviço na internet.
Formação específica
Existem especialistas para tudo. Hoje em dia, com os níveis de automação e as novas tecnologias de estruturas, contratar um especialista é essencial. Fixar estantes e móveis (como TV) em paredes de gesso acartonado, por exemplo, não é simples como fazê-lo em uma parede de alvenaria. Sistemas de gás central também exigem a presença de um profissional habilitado, bem como os encanamentos de água fria e quente, entre outros.
Procure informações. A rigor, qualquer tipo de obra precisa de um responsável técnico - engenheiro ou arquiteto. No entanto, pequenas obras e reformas pode dispensar esta necessidade. Consulte o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) de seu estado para saber sobre seu caso.
Arquitetos e engenheiros precisam de registro. Com o nome completo e o CPF do profissional, você pode entrar no site do Crea (no Crea-RS, procure Certidões/Consulta de profissionais e empresas, e no Crea-SC, clique em Profissionais habilitados ou Empresas habilitadas) e checar se está devidamente registrado (ou seja, tem a formação superior que diz ter) e se tem alguma pendência com o Conselho.
Formação técnica também é registrada no CREA. Hoje em dia existem cursos de técnico hidráulico, em refrigeração, em marcenaria e carpintaria, entre outros.
Empresas que prestam serviço dessa natureza também precisam estar registradas no Conselho e podem ser verificadas no mesmo link dos profissionais, no site do CREA.


Durante a reforma
ü Nunca deixe a chave com o profissional. Mesmo checando os antecedentes do prestador, não se pode saber sobre a índole do círculo de amizades desta pessoa. Além de problemas de assalto, você pode acabar passando por outras situações desagradáveis.
ü Se for imprescindível deixar a chave com o contratado, mude o segredo quando o serviço acabar.
ü Não deixe documentos, talão de cheque ou outros papéis importantes à mostra. Muitas pessoas acabam lesadas por profissionais que copiam números de identidade e cartão de crédito, por exemplo.
ü Compre você mesmo os materiais necessários. Se você não tem tempo, hoje é possível criar uma linha de crédito com determinadas empresas de material de construção - o profissional lhe diz o que vai precisar você escolhe marcas e modelos, manda email para a empresa e os produtos são entregues em sua casa.
ü Confira o andamento da obra. Verifique se o percentual concluído corresponde ao percentual de pagamento que você já efetuou.
Aos com menos tempo ou paciência, existe a opção de contratar uma empresa de terceirização de pessoal, que já faz a seleção dos profissionais, checar antecedentes e tem uma lista com diferentes especialidades. Além disso, pode-se pedir que o engenheiro ou arquiteto responsável pelo projeto acompanhe a obra, a compra de materiais e etc. Em ambos os casos, o custo é um pouco mais caro, mas pode ser compensado pela tranquilidade.

Fonte: Revista Pense Imóveis  http://revista.penseimoveis.com.br/ 



domingo, 1 de março de 2015

Conflitos entre vizinhos aumentam em condomínios






Tendência verificada pelo Secovi/RS-Agademi motivou publicação especial sobre convivência em edifícios, com dicas sobre como diminuir conflitos em espaços coletivos

Um condomínio é como uma família, que precisa seguir certos acordos e regras para que conviva em harmonia. Caso tais regras de convivência geral entre não sejam observadas, há chance de surgir atritos sérios. Embora cada condomínio tenha – ou devesse ter – seu conjunto de convenções sobre o que é permitido e o que não é, há atualmente uma tendência geral ao aumento de conflito entre vizinhos.

O comportamento cada vez menos social entre vizinhos que moram em apartamentos é motivo de preocupação para o Sindicato da Habitação do Rio Grande do Sul (
Secovi/RS) e Associação Gaúcha de Empresas do Mercado Imobiliário (Agademi). Conforme dados das entidades, o número de condomínios cresceu seguindo o percentual de concentração urbana no Brasil, que era de 81% até o ano 2000.

“As pessoas não estão sabendo viver em comunidade; a exemplo do que acontece no trânsito, elas estão mais violentas, com os nervos à flor da pele”, constata a vice-presidente de Condomínios do Secovi/RS-Agademi, Simone Camargo.

Percebendo a crescente existência de complicações na convivência entre vizinhos, e a falta de observação a regras básicas de convivência harmoniosa, o Secovi/RS elaborou uma publicação especial com dicas para melhorar a convivência em espaços coletivos, especialmente voltada para quem adquiriu apartamentos recentemente: “Essas pessoas moravam em residências unitárias e, com as facilidades do crédito, compraram imóveis em condomínios, mas desconhecem as convenções, têm dificuldades de conviver com o próximo.”

Um exemplo da falta de bom senso relatada aqui é a permissão do trânsito livre de crianças em condomínios em que não há playground ou áreas recreativas. “As mães se queixam que seus filhos precisam de espaço para extravasar, mas é preciso atentar para a segurança”, aconselha a executiva do Secovi/RS. Segundo ela, deixar os filhos brincarem próximo a áreas de passagem de veículos pode causar problemas de convívio entre vizinhos e acidentes.

Outro problema que gera frequentes reclamações entre vizinhos em condomínios são as festas que entram a madrugada. As conversas e a música perturbam que quer sossego, mas “cabe a cada condomínio ter seu corpo de regras e que todos os condôminos se conscientizem delas, pois são indispensáveis para a boa convivência”. Contudo, as leis do condomínio estão abaixo das leis municipais, e, nesse sentido, cada município tem um código de posturas. A lei básica que regula o condomínio é a Lei 4.591, de 16 de dezembro de 1964, existindo também regulamentação na Lei 10.406 de 10 de janeiro de 2002 (Novo Código Civil) e na Lei 8.245 (Lei do Inquilinato), de 18 de outubro de 1991.

Em seu Artigo 83, o Código de Posturas de Porto Alegre proíbe a perturbação do bem-estar e do sossego público ou das vizinhanças com ruídos, barulhos, sons excessivos ou incômodos de qualquer natureza. Os níveis máximos de intensidade de som ou ruído permitido são de 60 decibéis no horário compreendido entre 7h e 19h nas zonas residenciais. Os limites não significam que qualquer pessoa que se sinta perturbada não possa solicitar providências ao órgão competente, nos termos do Artigo 9 da Lei do Silêncio (Lei Estadual 126/77). Neste caso, é possível contatar a Secretaria Municipal do Meio Ambiente pelo telefone (51) 3289-7530.


Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/ (Sevovi – RS)


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Como consertar um vazamento em uma conexão PVC sem cortá-la.






Quando você tem um vazamento em um cano ou conexão  de PVC, nem sempre há a possibilidade de fazer um corte para instalar uma emenda. O processo de reparar um vazamento sem fazer cortes é trabalhoso e demora mais tempo para ser concluído, mas o resultado vai durar tanto quanto uma emenda e não requer qualquer vedação adicional.

Escrito por Lisa Wampler Traduzido por Bruna Leoncio

Instruções

Localize o vazamento no cano PVC e faça uma marcação com o lápis para que você possa encontrá-lo mais tarde. É fácil localizar o vazamento se a água ainda estiver correndo pelos canos. Se os canos forem abastecidos por uma tubulação, desligue o registro. Se você usa um sistema de drenagem, não ligue nenhuma torneira durante a reparação.

Tampe todos as saídas da tubulação – ralos ou orifícios de acesso. Para isso, você pode utilizar tampões próprios feitos de borracha. A tampa precisa ser adequada para criar um sistema de sucção no interior do tubo. Deixe um ralo aberto.

Coloque a ponta de um aspirador de pó no ralo aberto e ligue-o. Isso criará mais sucção no interior do tubo de PVC.

Mergulhe um pincel no selante para PVC e passe sobre o vazamento na tubulação. A sucção puxará o selante para a rachadura, removendo sujeiras e líquidos.

Mergulhe o pincel na cola para PVC e coloque-o sobre o vazamento. Mais uma vez, o vácuo sugará a cola para o rachadura. Desligue o aspirador. Aguarde 30 minutos antes de retirar os tampões e religar a água.


Repita o processo se a tubulação PVC ainda apresentar vazamentos.

domingo, 17 de agosto de 2014

PAISAGISMOS: COMO EVITAR DOENÇAS EM JARDINS




Causadores de doenças no jardim: São vários os meios de uma doença se espalhar pelas plantas do seu jardim, mas é possível evita-las. As causas mais prováveis estão listadas a seguir:
  1. Excesso de água na rega - Causa excesso de umidade e apodrecimento da planta.
  2. Má drenagem - Gera acúmulo de água na base da planta.
  3. A doença está no ambiente - Impossibilita cultivar certas plantas em algumas regiões.
  4. Planta muito sensível - Algumas plantas tendem a sofrer mais ataques de doenças que outras.
  5. Planta estressada - Luz, regas, ou podas inadequadas, e falta de nutrientes podem causar enfraquecimento das plantas..
  6. Insetos transmissores - Os pulgões, por exemplo, podem transmitir alguns vírus às plantas.
Como evitar as doenças no jardim: Para evitar que seu jardim fique infestado de doenças, alguns são os cuidados que devemos tomar:

  1. Regue corretamente - Nem regue nem muito mais, nem muito menos. Ao observar fungos na planta, reduza as regas.
  2. Elimine as plantas e ramos doentes - Não adianta as folhas ou galhos que já foram atingidos não serão mais recuperados. Para evitar que a doença se espalhe ainda mais, corte os galhos e folhas doentes, ou arranque as plantas atingidas.
  3. Evite compactar a terra - Procure quebrar os torrões da superfície, adicionar matéria orgânica ao solo, não jogar jatos fortes de água no solo, manter o solo coberto com folhas, pedriscos, ou outros materiais.
  4. Adube corretamente as plantas - Com o suprimento total de nutrientes, a planta consegue se defender melhor de ataques de doenças.
  5. Deixe sua planta na luz certa - Isso evita condições estressantes à mesma, o que favoreceria o aparecimento de doenças.
  6. Evite pulgões - Controle-os com pulverização de caldo de fumo ou de água com detergente.
  7. Evite plantas que tem problemas na sua região - Plantas de clima quente, quando plantadas em clima frio, podem contrair mais doenças.
  8. Elimine as plantas muito doentes - Não adianta insistir na mesma planta, algumas não podem ser plantadas nas condições do seu jardim.


Paisagismo: Capim do Texas




O Capim do Texas é uma gramínea de folhagem densa e inflorescências muito ornamentais. As folhas são afiladas e longas, podendo ser verdes, avermelhadas ou roxas de acordo com a cultivar. As flores são reunidas em inflorescências cilíndricas, com aspecto de pluma, com cores que acompanham os tons da folhagem, sendo esbranquiçadas nas de folhas verdes e rosadas nas de folhas vermelhas e roxas. As variedades mais comuns em cultivo são a “Rubrum”, “Cupreum”, “Atrosanguineum”, “Purpureum” e “Eaton Canyon”, uma miniatura.
Seu efeito paisagístico é muito especial, podendo ser cultivada em maciços, bordaduras ou em canteiros, assim como em vasos e jardineiras. É bastante indicada para jardins de pedras, e de baixa manutenção devido à sua rusticidade. Recomendado para o controle da erosão.


É considerada uma planta de alto risco de invasão ambiental, tendo em seu histórico problemas ecológicos nos Estados Unidos, Havaí, Ilhas Fiji e Austrália, onde foi introduzida na maioria das vezes como planta ornamental. Atualmente há variedades estéreis em cultivo, com baixo poder invasivo, que só podem ser propagadas de forma vegetativa.


Deve ser cultivado a pleno sol, tolerando a meia-sombra. Adaptam-se a solos pobres, ácidos ou alcalinos, assim como secos ou úmidos. Rebrotam com vigor após podas drásticas, geadas fortes e até queimadas. Multiplica-se por divisão da touceira e por sementes nas variedades férteis.

Saiba mais: 


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Incêndio - Triste Notícia

01/07/2014 21h26 - Atualizado em 01/07/2014 21h46

Bombeiro sofre parada cardíaca e morre após incêndio no litoral de SP

Bombeiro já trabalhava no rescaldo do incêndio quando se sentiu mal.
Profissional chegou a ser socorrido pelos colegas, mas não resistiu."


É com pesar que coloco esta matéria em meu BLOG. 

Ontem a tarde, dia 1/7/2014,  o apartamento acima do meu, na Praia Grande - Vila Caiçara, esteve em incêndio.  

Este bravo soldado do fogo, deu sua vida, na tentativa de salvar outras. 

Meus pêsames a família, e vou continuar, como síndico profissional defendendo o que for possível na prevenção de incêndios. 

Triste, despeço-me. Flávio Andrade - Sindico Profissional

Leia matéria completa: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/07/bombeiro-sofre-parada-cardiaca-e-morre-apos-incendio-no-litoral-de-sp.html